Carnet du bonheur

malheur é o contrário de bonheur.

E a palavra é igualmente bonita.

O metro de Lisboa enerva-me.

Não entendo e suponho que ‘eles’ também não, a quantidade de dias de greve desde o verão.

Mal, muito mal.

Alguns dias as pessoas enervam-me.

Elas, as pessoas.

As chatas que pedem chapéus de chuva em tom acusador, feudal e esclavagista.

Em suma, todas as pessoas que ao tornarem-se clientes tornam-se pequenos ditadores de porta-moedas.

Os colegas também, muitas vezes só por existirem.

Esta coisa de nascermos todos bons tem muito que se lhe diga.

Esta semana, por causa do Teatro Bruto e do Externato Delfim Ferreira, penso no Porto, penso na minha vida lá.

Penso nos 20 anos de forma rápida e nos últimos 5 de forma mais atenta.

Penso nas parcerias, nos grupos, no que as partes ganham sempre com cada união que se cria.

E penso na sinergia de Buckminster.

Mas deve ser por causa do Robert Anton Wilson

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