Caderno de ensaio

Curso de Interpretação

Externato Delfim Ferreira

fotografia de cena

2011- 2103

Capa

 

O cheiro

Cada teatro tem um cheiro. É uma pessoa, com vida, passado, imagens.

No início a fotografia cumpria o papel da memória a que eu não conseguia aceder, do passado que era o meu.

Depois tornou-se uma forma de tocar no mundo. De ver e sentir as vidas que não a minha.

Mais tarde a fotografia tornou-se o quotidiano e já sei que todos os quotidianos se ressentem do peso do que não é novo.

Os bastidores representam para mim um segredo.

O espreitar para lá do espelho, por mais cliché-Alice que isto seja.

Eu que venho da multidão, subo as escadas e ando por dentro do palco, a ver quem por lá circula, no escuro que afinal tem muitas luzes.

E depois estamos todos ali.

Naquele momento primeiro, onde existe apenas o palco, as palavras e aquele silêncio perfumado que antecede sempre todos os inícios…

 

AP-Abizarrasalada17

AP-aprocura32

AP-aprocura109

AP-aprocura131

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AP-ManuelTur70

AP-Oresteia87

AP-Oresteia133

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