Crónicas da província

*sonho*

Era campo.
Havia uma casa que dava ligação a várias outras.
O António e a esposa eram o Miguel e a Fernanda.
Ele vinha. Perguntava coisas e desaparecia.Quando eu entendia o que me tinha dito, ele já não estava nem o conseguia ver.

Revia como o mais importante para mim não o meu sentimento, mas o sentimento do outro por mim.

Andava com o outro ele na rua e cruzávamos-nos com um outro.

Na casa com muitas escadas, havia muita gente a subir com compras e material fotográfico. E a subida era uma coisa muito difícil.
Havia uma loja muito bonita. Que era de uma rapariga que eu conhecia.
Eu fartava-me de roubar coisas. Brincos, colares, malas, camisolas. Pequenos objetos.
Mas depois chegava alguém e eu tinha que explicar o conceito da loja.
Havia sexo.
Havia muito álcool.
A paisagem era em trás-os-montes.
Ele era uma figura de azul escuro ao fundo da paisagem.

AP-CP
dez de janeiro dois mil e catorze

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