Crónicas da província

Falar como se eu fosse nós.
O truque impensado do discurso de quem se embaraça de falar em nome de si próprio. Em nome do seu fuckin-fluffin-ego.
Gostar do bonito e de quem faz coisas que gostaríamos de fazer. Sendo assim, o gostar como aproximação imaterial dum eu ideal.
Já na outra carta da “probíncia” falei desta coisa da beleza.
Não sei se diariamente mas, on a regular basis, passo os olhos nas plataformas virtuais de algumas pessoas que fazem ou são ou sei lá, passo os olhos em sítios do belo.
Sim, do belo sem conflito, cheio daquele mix quentinho, bom, alegre. Quase felicidade.
Gosto de passar os olhos na Pretty. Os conselhos de beleza não me interessam muito, tenho preguiça, acho um pouco estéril, durante anos as minhas sobrancelhas aproximaram-me da minha Frida mas, gosto da beleza.

São bonitas elas, as manas. As imagens também. É bem escrito, bem desenhado e organizado, tem humor e estão ligadas a um grupo maior de fotógrafo(a)s, ilustradore(a)s e eu acho graça. Mesmo muita. E  a Diana faz-me lembrar assim outro tempo que não este, entre a Audrey de Sabrina e a Jean Seberg de O Acossado.

Já há algum tempo passo os olhos também pela Catarina Miranda.
Que também é Emmy Curl e Emília Caracol.
A música é muito bonita, mesmo muito. De outro espaço, embalado na coisa do sonho e da infância e das fadas pós-elétricas(com ou sem acordo, não interessa nada).
E passo de um lado para o outro e é bom.
À Maria volto todas as semanas.
Reencontrei a partir da Maria, esta coisa das palavrinhas, das cartas, dos escritores.
Da preciosidade do papel, do manuscrito.
E regressei à Anais (só com um pontinho) do final da adolescência.
fotografia

Caderno solto.I. Capuchos, novembro 2013.

Vou também  aos ninhos meditation-wave-fluffin.
Mas esses não interessa partilhar, ou se calhar não quero, ou não consigo, ou tudo junto.
E no sábado na conversa ao almoço com a Sílvia Lollipop e a Liliana, descobri A Arqueolojista.
E estes dias tenho lá ido. Ver os arquivos das lojas antigas, assim bem tratadinhos em imagens e palavrinhas.
Em todo(a)s, o link aglutinador de olhar no agora um outro tempo .
O sacana do passado, que eu acho sempre tão fuckin-fluffin-encantador.

Ontem descobri uma miúda gira, mesmo gira.
Que é, além de outras coisas fotógrafa. A Natasha Nash does work.
Bom o que fez para/com a Blaya. Valente! Mas fica para dia fluffin-not.

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