à janela

à janela

Café da cristina, conversa, comprimido.
Folhas brancas e livro, para pensar no pitoresco.
Máquina na mochila azul, para pensar no feio.
AP-dia10

O rui na fábrica lá em cima, com sol e café e água na varanda.
O site da ana e conversa rápida sobre muitas coisas.
Descida pela cidade fora com a máquina a pensar no feio. E no belo, e na simetria assimétrica de tudo.
AP-dia04

Compra compulsiva de cheiro de bom. De belo portanto.
Casa. Paragem errada e pensamento em circuito fechado sempre no mesmo.
Espera na paragem de autocarro pelo Miguel e pela Mariana.
AP-dia14

Almoço e conversa e fotografias e o WIP de junho a andar.
E o senhor que tinha vontade própria no atendimento.
O nuno desmarca a ida às fotografias. Fim de tarde errante.
AP-dia15
AP-dia16

Cafés, recibos encalacrados, sol no átrio e mãe ao telefone.
Banho comida e o santi a martelar a cabeça com força.
Temos sempre as mesmas relações, dizem os que sabem.
Enquanto não fecho a janela, a gripe não passa.

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