mobile daisy-finding home

Todos à procura.

De linhas para chamar casa.

De amor para chamar ninho.

De sentido para os dias que acordam, às vezes com o sol, às vezes ainda com a noite.

E pelo meio de tudo, cruzar o espaço e os outros, com esperança e medo debaixo do braço, em doses quase sempre iguais.

Become who you were born to be!

Esta frase pronunciada a Neo, persegue-me há muito tempo, desde o momento que me entrou pelos ouvidos adentro e se cravou atrás dos olhos.

Neo era o escolhido para alterar a vida de todos os outros, mas aplica-se de forma mais simplista e geral a todos.

Tornarmo-nos quem nascemos para ser, como se houvesse um caminho de aprendizagem e depois de libertação, para o eu chegar ao eu que será a forma adequada de si.

Penso nisto enquanto olho para mim neste presente, encruzilhada de caminhos ainda informes, vidas passadas encaixotadas e ainda sem identificar a geometria de casa.

O que preciso para ser o que sou?

Do meu cérebro, de onde posso gerir o mundo e de amor, em rotas constantes.

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