externato Delfim Ferreira. curso de interpretação
15 dezembro 2011
Vozes de família
(Landscape+ Family voices)
de Harold Pinter
João Cardoso, Rosa Quiroga, Tiago Bôto
Autor: Harold Pinter
Tradução: Jorge Silva Melo e Constança Carvalho Homem
Encenação: João Cardoso
Cenografia e Figurinos: Sissa Afonso
Desenho de Luz: Nuno Meira
Sonoplastia: Francisco Leal
Interpretação: João Cardoso, Rosa Quiroga, Tiago Bôto
12 – 20 DE NOVEMBRO
TEATRO HELENA SÁ E COSTA
Terça a sábado: 21h30 | Domingo: 17h00
Vozes de família
(Landscape+ Family voices)
de Harold Pinter
João Cardoso, Rosa Quiroga, Tiago Bôto
Sala de ensaios. 02 novembro 2011
a palavra. a palavra, sempre a palavra. e a imaginação em expansão total. o espaço que o actor constrói em volta de si e o espaço para onde nós vamos com ele. a abstracção que depois se concretiza matéria, a partir da palavra, através dela e do corpo.
“A Bizarra Salada”
e outros textos de Karl Valentin
Externato Delfim Ferreira
3º Ano do Curso de Teatro
Direção: Pedro Frias
Interpretação: Ana Catarina Campos; Arianna Passos; Claúdia Teibão; Cristiana Faria; Marta Dias; Raquel Meireles; Rita Sousa
Desenho de Luz: Francisco Teles
Direção Técnica: Vítor Leite
Guarda Roupa: Virgínia Pereira
Grafismo: Marta Lima

“O vulto, porém não tinha rosto; não, não o tinha em nenhum dos sonhos, ou então escondia-o.”


Teatro Bruto co-produção com a Escola de Mulheres
O outro
a partir de O estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde
de Robert Louis Stevenson
O Outro é um objecto teatral que se pretende híbrido e um processo de contágio numa visão cénica dupla. O Outro é uma co-criação da Escola de Mulheres e do Teatro Bruto, com encenação de Ana Luena e Marta Lapa, onde se confundem e misturam intencionalmente as matérias e os conceitos que pretendemos trabalhar com o formato de espectáculo a que nos propomos. Nesse sentido, e como criadoras de propostas teatrais tão diferentes, a ideia do duplo assume-se desafiante em todas as suas equações. A partir da ideia de que o Homem transporta em si pulsões antagónicas, patente no romance de Robert Louis Stevenson, interessa-nos explorar e descortinar as múltiplas formas deste enunciado, colocando-nos no papel do cientista, mais interessado na vertigem da procura do que em questões morais. A natureza do duplo assume-se então como espectacular, alternando e realizando a sua figuração espectral entre a vida e a morte, entre os sexos, entre si e o objectivo, entre o reconhecimento e a negação do real.
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FICHA TÉCNICA
Encenação
Ana Luena
Marta Lapa
Interpretação
Margarida Gonçalves
Rui Lima
Desenho de Luz
Rui Monteiro
Música Original
Sérgio Martins
Rui Lima
Fotografia
Ana Pereira
Rosa Quiroga, Daniel Pinto, João Cardoso, Micaela Cardoso
retratos de pesquisa
Assédio Teatro
Quanto Morre um Homem
Quando eu um dia decisivamente voltar a face
daquelas coisas que só de perfil contemplei
quem procurará nelas as linhas do teu rosto?
Quem dará o teu nome a todas as ruas
que encontrar no coração e na cidade?
Quem te porá como fruto nas árvores ou como paisagem
no brilho de olhos lavados nas quatro estações?
Quando toda a alegria for clandestina
alguém te dobrará em cada esquina?
Ruy Belo, in Aquele Grande Rio Eufrates