Encomenda fotográfica, Retrato, Reportagem, Espaço
Maio 2010-Outubro 2011
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
Encomenda fotográfica, Retrato, Reportagem, Espaço
Maio 2010-Outubro 2011
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
em Alcobaça.
as manhãs e as noites de volta da web, que deve ser 2 e o 2 sempre foi amarelo por causa dum sonho recorrente de infância.
talvez por ter andado a preparar o texto sobre os novos formatos editoriais, para um projecto novo da Susana, o texto revisto e ampliado do Mercado da Arte/Fotografia e por causa dessa nuvem densa da incerteza generalizada, tudo parece juntar-se num estranho ponto que é o agora.
No trabalho que desenvolvo, independente do seu carácter desenvolvimento de projecto criativo ou prestação de serviço , não existe qualquer tipo de fronteira entre o eu pessoal e o profissional, são uma e a mesma coisa e se a felicidade ou o amor quando aparecem invadem tudo, como a água de uma maré cheia, também a rejeição de um lado implica sempre um input negativo do outro lado.
Somos muitos, somos tantos. A crise, a crise, a fotografia, a revolução digital, os valores a baixo de qualquer tabela real ou imaginária, as contas, as exposições, a academia, os pares, as séries, as cópias de autor, a curadoria, a crise, a crise, e o amor que fique bem longe destas matemáticas todas, não pensar, não pensar.
Copio para os stickies:
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Manhãs e noites, têm sido para a produção e divulgação dos workshops, das oficinas ou formações. Online, gmail, facebook, linkedin, newsletter, behance, todos unidos, todos linkados. As tardes, para escrever tudo o que estava para finalizar e os projectos que eu quero que aconteçam.
O meu próximo projecto, já tem imagens, já tem texto, já tem definida a estrutura final. O que nunca é uma coisa má.
E tem até sub-título, porque eu gosto de usar sempre muitas palavrinhas:
os dias correm lentos porque não os quero velozes
A Narrativa Fotográfica
5 de Novembro
Armazém das Artes. Alcobaça
Horário: 10h-13h/ 14h-19h
Pretende-se que os formandos desenvolvam um grupo de trabalho, narrativa de carácter documental.
Para tal, deverão pôr em prática as questões inerentes ao domínio da técnica fotográfica e das regras de composição, pretendo-se igualmente que os formandos adquiram um conhecimento sobre a história da fotografia, assim como a evolução estilística desta linguagem.
A pertinência de uma formação fotográfica, utilizando a narrativa documental, prende-se com a sua recorrência em vários períodos da história da fotografia, assim como as múltiplas hipóteses de abordagem possíveis.
Será necessário pensar a aplicação final e forma de apresentação dos trabalhos.
Sessão teórico-prática, com saída de campo para fotografar.
É necessário para frequentar o workshop possuir uma máquina fotográfica e um computador portátil com software de tratamento de imagens.
Ana Pereira. da série Mobile Daisy. 2011
“O vulto, porém não tinha rosto; não, não o tinha em nenhum dos sonhos, ou então escondia-o.”


Teatro Bruto co-produção com a Escola de Mulheres
O outro
a partir de O estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde
de Robert Louis Stevenson
O Outro é um objecto teatral que se pretende híbrido e um processo de contágio numa visão cénica dupla. O Outro é uma co-criação da Escola de Mulheres e do Teatro Bruto, com encenação de Ana Luena e Marta Lapa, onde se confundem e misturam intencionalmente as matérias e os conceitos que pretendemos trabalhar com o formato de espectáculo a que nos propomos. Nesse sentido, e como criadoras de propostas teatrais tão diferentes, a ideia do duplo assume-se desafiante em todas as suas equações. A partir da ideia de que o Homem transporta em si pulsões antagónicas, patente no romance de Robert Louis Stevenson, interessa-nos explorar e descortinar as múltiplas formas deste enunciado, colocando-nos no papel do cientista, mais interessado na vertigem da procura do que em questões morais. A natureza do duplo assume-se então como espectacular, alternando e realizando a sua figuração espectral entre a vida e a morte, entre os sexos, entre si e o objectivo, entre o reconhecimento e a negação do real.
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FICHA TÉCNICA
Encenação
Ana Luena
Marta Lapa
Interpretação
Margarida Gonçalves
Rui Lima
Desenho de Luz
Rui Monteiro
Música Original
Sérgio Martins
Rui Lima
Fotografia
Ana Pereira
Rosa Quiroga, Daniel Pinto, João Cardoso, Micaela Cardoso
retratos de pesquisa
Assédio Teatro
Quanto Morre um Homem
Quando eu um dia decisivamente voltar a face
daquelas coisas que só de perfil contemplei
quem procurará nelas as linhas do teu rosto?
Quem dará o teu nome a todas as ruas
que encontrar no coração e na cidade?
Quem te porá como fruto nas árvores ou como paisagem
no brilho de olhos lavados nas quatro estações?
Quando toda a alegria for clandestina
alguém te dobrará em cada esquina?
Ruy Belo, in Aquele Grande Rio Eufrates
Objectivos Conhecer as possibilidades de uma máquina fotográfica, desde a tomada de vista, até à manipulação final das imagens. Reconhecer o contributo da fotografia no contexto das linguagem visuais, enquanto ferramenta de comunicação. Pensar criativamente o mundo utilizando a linguagem fotográfica.
Pré-requisitos Os formandos deverão possuir máquina fotográfica reflex, digital ou analógica, assim como computador portátil.
Data 14 Maio
Duração Sessão única, das 10h às 13h e das 15h às 19h
Espaço Muuda-Porto
Valor 55 euros
Produto de Mark Ravenhill
Tradução: Constança Carvalho Homem
Encenação: João Cardoso e Rosa Quiroga
Interpretação: Isabel Queiros e João Cardoso
Cenografia: Sissa Afonso. Figurinos: Bernardo Monteiro
Desenho de luz: Nuno Meira.Desenho de som: Miguel Angelo Silva
Fotografia de Cena: Ana Pereira
Quando for grande quero ter muitos amigos no facebook
ou
Sobre a inexistência de discurso crítico
ou
Manual de instruções para guerrilheiro artístico

Nível três, de circulação livre embora firmemente orientada pelas regras do mercado bolseiro estético, num balanço entre a produção de obras e a resposta positiva, balizante e atribuidora de sentido pelos pares.
Nível dois, composto pelos ambicioso-cobiçantes da bolha balizante do nível três, em perpétuo estado crítico-pessimista, melancolicamente subservientes e cientes da sua natureza wanna-be.
Nível um, encontram-se os criadores que produzem e vivem sem ligações aparentes de submissão,rancor, desprezo e/ou ambição aos níveis anteriormente citados.
Dada a minha natureza mimado-proletarária, enquadro-me no nível dois, desta hierarquia agora mesmo encontrada.
Mas há ainda outra hipótese, penso eu agora, imbuída ainda do espírito do nível dois.
No nível três encontramos os criadores portadores de verdadeiro talento, essa dádiva etérea mas de aplicação concreta na máquina liberal contemporânea.
No nível dois encontramos os criadores dedicados embora destituídos da centelha divina e no nível um, os criadores destituídos de talento mas também de apegos materiais vis.
Colecção Vestima 2010 Angola
Quinta da Conceição/Leça
Modelo: Ângela
Styling: Vestima
Make up e Cabelo: Patrícia Loly
Fotografia: Ana Pereira
Tratamento imagem: Geo de Souza
Sala 9