ana pereira

Archive for September, 2007|Monthly archive page

Sissa Afonso

In Uncategorized on September 27, 2007 at 2:44 pm

A Sissa é pintora.

Através dos ASSÉDIO, para quem a Sissa cria a cenografia e eu as fotografias dos espectáculos conhecemo-nos.

Fiz estas imagens no início do mês de Setembro, no atelier da Sissa, numa casa muito bonita que era dos seus pais, ali na parte mais antiga das Antas.

Estas imagens tinham como objectivo o site que a Sissa está a preparar.

Como as imagens vão sofrer alterações, coloco aqui algumas.

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Produto

In fotografia de cena on September 26, 2007 at 3:45 pm

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texto de Mark Ravenhill

pelos Assédio teatro

a partir de dia 04 de Outubro, sala estúdio do campo alegre

Fotografia Ana Pereira

nova colaboração

In imprensa on September 24, 2007 at 10:11 am

no sábado à tarde, fui fazer o meu primeiro serviço para a agência NFACTOS do Fernando Veludo para o Jornal PÚBLICO.

a imagem publicada

dois momentos da acção.

outro fim de semana

In Uncategorized on September 24, 2007 at 10:05 am

na sexta-feira no Indústria, fomos ver os DIGITALDUBS SOUND SYSTEM, do Rio de Janeiro, Reggae, Dub em ambientes às vezes digitais.Um MC, que faz o que deve fazer e um DJ, que brinca mesmo com os sons.

a entrada

o público era curioso, rastas-contagiarte-perdidos, alunos meus, mcs do Porto e depois muitos mas muitos betos.

e no sábado à noite fomos a um espaço em Braga, chamado Censura Prévia, a um festival rockalhada ‘MYSPACE’

imagens só do tumulto da última banda e cá detrás.

público muito diversificado, várias tribos juntas, mas muito mas muito sub-20.

e à saída, enquanto esperávamos a miss francesa.

A Isabel

In Uncategorized on September 21, 2007 at 12:51 pm

Este texto foi feito a partir duma conversa que mantive com a Isabel no dia 19 e 20 de Setembro, ao final da tarde no seu atelier da Vila.
A Isabel tem neste momento uma exposição na Biblioteca Almeida Garret e no sábado quando fui à inauguração pensei que queria conhecer o trajecto da Isabel, vida e obra.
O discurso orienta-se pelas palavras da Isabel, na primeira pessoa e algumas minhas. Pelo meio coloquei links que me parecem significativos, para quem queira conhecer mais do período pré e pós 25 Abril, links que encontrei depois da nossa conversa.
Para mais informações sobre a Isabel e sobre o trabalho ver

http://www.isabel-lhano.com/

Obrigada Isabel.

Nasceu em 1953 em Vila do Conde e aos três anos vai viver para o Porto.
Volta em 1983 com o filho Luis para a casa dos avós maternos, onde continua a viver.

http://www.myspace.com/urbanoid2099

O pai de Isabel, Martins Lhano era pintor, depois da morte do pai a Isabel adoptou o seu nome.
Era um esmaltista de renome antes do 25 abril e depois de 1974 o esmalte torna-se uma arte menor, deixando-o com pouco trabalho e nenhum reconhecimento.

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A Isabel e a irmã mais velha Graça(arquivo pessoal)

Lembra-se de uma vez, talvez com 10 ou 11 anos ter sido denunciada por uma colega de carteira, por estar a desenhar uma menina de bikini.
A primeira memória que tem da sensação de injustiça social vem da escola primária, onde a sala era dividida em três partes, os pobres de um lado, os remediados ao meio e os ricos do outro lado.
A Isabel sentava-se no meio dos remediados e ao seu lado, do lado dos pobres, havia uma miúda, que se tornou sua amiga que tinha sempre as mãos feridas, com frieiras por causa do frio e das poucas roupas que usava devida à sua frágil situação económica.
E uma vez, como acontecia com todos, a professora chamou essa rapariga ao quadro, para levar com a palmatória, para apanhar o ‘bolo’, a miúda estendou a palma da mão mas a professora não queria a palma, queria a frente, cheia de feridas e assim foi, acertou-lhe com a palmatória em cheio na mão cheia de feridas do frio de inverno.
E esse é um momento marcante de como esta diferença social e de tratamento não tinha justificação nem poderia continuar.

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Na Soares dos Reis, a primeira moça do lado direito(arquivo pessoal)

Andou na escola Soares dos Reis e depois nas Belas Artes do Porto.Termina o bacharelato e começa a trabalhar.
Considera que a escola é importante enquanto forma de atribuir as bases e as pistas necessárias para se traçar o caminho que se quer percorrer.
Mais tarde decide continuar, o 4º ano em 1978 ainda sem o Luis e o 5º ano entre 91 e 93.
A escola permite-nos fazer um trajecto acompanhado, manter a ligação com o que está a acontecer e posicionar-nos perante os fluxos novos.
A escola foi muito importante e refere o papel de Jorge Pinheiro, o professor que sempre admirou, na necessidade de aprender com os clássicos, as carnações( a carne) e os panejamentos (tecidos).
A escola, os movimentos estudantis e o 25 abril
Nas escolas era proibido as mulheres andarem de calças e na Soares dos Reis onde andou, era frequente a Isabel e as amigas utilizarem saias por cima das calças, numa tentativa de oposição e confronto às regras.
Na escola de belas artes, o grupo de arquitectura era politicamente o mais activo.
Enquanto hoje existem várias tribos que se congregam em torno da música e depois se orientam e diversificam pelas outras áreas, antes do 25 abril e no período quente pós-revolução, ter ou não ter opinião política, e a forma de intervir era o que definia os grupos.
O movimento estudantil era muito forte e ficou ainda mais e mais organizado com a morte de Ribeiro dos Santos, um estudante que foi assassinado em Lisboa numa reunião de estudantes pela polícia.

http://historiaeciencia.weblog.com.pt/arquivo/032363.html

O movimento estudantil tem o seu auge a nível de organização e acção entre 1971 e 1972.

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Jardins das Belas Artes(arquivo pessoal)

Nas belas artes os alunos contestavam os professores por estes (na sua esmagadora maioria), professarem a teoria de que a arte estava acima da política e dos conflitos, numa forma de evitar a opinião e logo a oposição.
Entra em 1971 para as belas artes e no 2º ano, faz um exame prático, com uma colega de escultura.
A Isabel sabendo de uma chacina que tinha ocorrido em Moçambique, faz um quadro alusivo ao acontecimento, dividindo de um lado os soldados portugueses atacantes e do outro o exército moçambicano defendendo, a sua colega de escultura faz um trabalho em homenagem aos pescadores de Matosinhos

http://www.25abril.org/index.php?content=1&c1=2&c2=3

e ‘embora fossemos as melhores alunas das nossas turmas chumbámos no exame.’
Escusado será dizer que no dia seguinte pelas casas de banho da escola, circulava um comunicado a falar do chumbo’político’ das duas alunas.

CREC’S comité revolucionário dos estudantes comunistas

http://www.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=Espolio133

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Na detenção pela PIDE(arquivo pessoal)

Os controleiros e os gorilas

http://estudossobrecomunismo.weblog.com.pt

Existiam os controladores, que eram responsáveis por distribuir as tarefas e organizar os grupos e indivíduos.
Havia sempre um ponto e um recurso, um encontro num local e um recurso de encontro algumas poucas horas depois.

Quanto aos gorilas retiro uma citação do blog a verdade da mentira: ‘ Os gorilas tinham sido colocados nas faculdades pela PIDE-DGS, a polícia política do Estado, para espiar e denunciar os estudantes contestatários e reprimir, à bastonada e ao pontapé, se necessário, as manifestações subversivas. E, de facto, era isso que acontecia.’ http://a_verdade_da_mentira.weblog.com.pt/arquivo/095648.html
A revolução
Durante 3 ou 4 anos a seguir à revolução sentia-se o seu efeito.
Havia debates constantes na rua, nos quais as pessoas mais esclarecidas e mais politicamente activas tinham voz activa.
É nessa altura que conhece António, um metalúrgico, um caso típico do espírito da revolução, o proletário e a artista.
” Sempre fiz parte da luta, mas por amor à mudança, ao sonho de um futuro melhor.”

PCP(R) partido comunista português reconstruído e o exemplo da Albânia

http://www.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=Espolio15

http://www.udp.pt/

http://avenidadaliberdade.org/

Viver abafada e sair a salto
Em circunstâncias que interessam para um outro registo que não este, a Isabel párte com o marido e o filho para Paris e estar lá, a trabalhar na ‘dureza’, mas ver a arte à sua volta, “fez saltar tudo o que estava dentro de mim”.
Até aí a minha arte era e estava ao serviço da política, arte de rua, arte carregada de mensagem política do partido e naquele momento percebi que precisava de falar do que tinha dentro de mim, por mim.
Achei que ia ser mais útil e verdadeira traçar esse meu caminho na arte, do que continuar um caminho na política.
A arte foi o que me salvou, o que me permitiu continuar a ser genuína.
Regressa a público, volta a dar aulas, volta à vida quotidiana.
Começa a fazer ilustrações para a Asa como freelancer, só a docência não era economicamente suficiente.
E surge a possibilidade de propôr o seu trabalho à Fundação Eugénio de Almeida e em 1983 começa a preparar a sua primeira exposição, INQUIETAÇÕES.
Para o ano a Isabel faz 25 anos de carreira.

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Conferência no Museu Soares dos Reis(arquivo pessoal)

Sempre lutando, com muita ‘dureza’.
‘Vim para a vila e fiz aqui a minha revolução artística’. Em 1983.
Era uma cidade muito parada culturalmente.
“E eu pensei : se as pessoas não saiem daqui para ir ver coisas, as coisas vêm ver as pessoas”, música, teatro, exposições, num remake de maomé e a montanha.
1 momento de arte em vila do conde.

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Capa do catálogo

Que não continuou por falta de apoios.
A Paula Rego esteve cá em 1988
Depois foi convidada para organizar exposições para o recém inaugurado auditório municipal.
E a seguir esteve na direcção artística da galeria Delaunay de 1996 a 1999.
A obra da Isabel
“O amor esteve sempre presente na minha obra.
O artista não deve explicar a sua obra, nem pensar demasiado nela. Deve fazer, o que vem de dentro. Não gosto de explicar o que faço. O trabalho poderá ser descodificado por quem vê, quem está de fora.”

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Atelier(fotografia AnaPereira)

Ainda eu não andava no quadrado
No início era mais gestual, mais expressionista o meu trabalho.
A Fernanda Peniche uma vez disse-me: “ Isabel, tu és mesmo uma pintora de vila do conde, pintas o vento.”
A teoria do vento.
A gente (as pessoas de vila do conde) que anda com o vento à nossa volta.
O vermelho
O vermelho não é uma fase, o vermelho veio de dentro, veio com a libertação.
O feminino.
O feminino é o futuro, quando o mundo deixar de ser gerido pelo predador, quando o homem assumir o seu lado feminino e a mulher o seu lado masculino.
Nunca equacionei a divisão entre o lado maternal e o caminho artístico.
Fui vivendo.

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Comboio Holanda(arquivo pessoal)

A carreira artística
Ao longo do caminho, só ficam aqueles que mantêm a pulsão, aqueles que precisam disto para respirar, para viver.
Se for mesmo forte, por mais que às vezes vás para outro lado, acábas por voltar.
Dantes trabalhava a partir de um feeling, de uma sensação e ia para a tela.
Agora trabalho de forma mais conceptual, tenho o feeling, mas desenvolvo um projecto que me vai guiando.
Os Olhares
Este projecto é muito bonito.
Ando com ele há 4 anos. É um projecto feito por amor.
Como é que nasce? Quando pintava corpos ‘com cabeças’, chateava-me as pessoas acharem sempre que era eu, então em determinado momento decido ”cortar” as cabeças e o desafio nesse período era transmitir emoções, sentimentos através do corpo, sem a expressão do rosto.

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Passagem do milénio(arquivo pessoal)

Um dia sonhei com uma exposição minha só com olhos e então comecei a pensar nos olhares.
Vou contar uma história com olhares!
Eu acho que a minha obra une as artes que são importantes para mim, o teatro, a poesia e o cinema, sinto isso, e cruza-se com a escultura.
Diziam que eu devia de ser escultora quando era miúda, mas a cor seduziu-me mais e penso que a escultura está sempre presente.
No início do projecto ( ELOGIO DO ESSENCIAL, Famalicão, 2004), os olhares tinham uma direcção definida, cinematográfica.
Em vez de inventar olhares, fui buscar os meus amigos e trabalhei esses olhares com eles.
O processo de trabalho consistia em fotografá-los, escolher o olhar e muitas vezes era nesta fase que se tornava visível qual o olhar e pintar.
Eram mais personagens, olhares específicos, emoções.
A cor nasce de acordo com o personagem que quero transmitir e com a sensação que me sálta de cada pessoa.
As cores não se repetem, mudo as nuances.
Penso que a força do olhar e a cor dão uma indicação, tendo o poder de descodificar o sentimento.

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No atelier(fotografia AnaPereira)

Numa segunda fase do projecto afirmei o Retrato, área mal vista da arte contemporânea(devido ao papel da fotografia enquanto grande retratista da contemporaneidade, digo eu).
Andei sempre contra a maré. Fazia figurativo quando se fazia abstracto, agora afirmo o retrato.
Durante 10 anos o meu trabalho foi consecutivamente rejeitado em galerias, bienais, expunha em espaços alternativos, galerias paralelas, a Árvore…
Voltando ao projecto dos olhares, nesta segunda fase conto a história dos meus amigos, dos meus afectos.
Mais livre a forma, largo o olhar e entro no retrato
Realizo o meu filme desta forma(cineasta frustrada, confessa!), mais livre a forma, largo o olhar e entro no retrato.
Acho que é o momento de nos virarmos para o que é importante, nós, a amizade.
Tocar a parte sensorial, o sentimento, sem moralismos nem clichés.

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O processo (fotografia anapereira)

fim de semana

In Uncategorized on September 16, 2007 at 12:28 pm

a exposição da catalina em vila do conde

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catalina chirila

Nasceu há 22 anos na Roménia, sob o signo de escorpião em Oradea, perto da fronteira com a Hungria.

Vive actualmente com a mãe em Cluj-Napoca, na transilvânia.

Mãe que dirige actualmente o TeatrulPuck, teatro de bonecas, sendo igualmente encenadora no teatro nacional de Cluj-Napoca e professora universitária.

Em Bucareste, vive o pai que realiza e escreve documentários sobre história e geografia para a tv romena (TVR), e a irmã gémea Iona e um irmão.

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O desenho está presente desde sempre na vida da Catalina, em particular desde que na 3ª classe, uma aluna da escola das artes a aconselhou(depois de um conjunto de exercícios) para ir estudar para essa escola.

Feita a escola primária, ingressou na Escola das Artes, do 5º ao 12ºano, num curso que define como demasiado generalista para aprofundar qualquer área.

Entrou em seguida para a Universidade de Artes Plásticas onde fez o curso de Grafismo que acabou este ano.

A ilustração entrou claramente na sua vida durante a estadia em Liége, há cerca de dois anos(no programa Erasmus), onde descobriu muitos autores e muitos trabalhos e entendeu que o trabalho que fazia exclusivamente para si, seria o caminho por onde lhe apetecia agora caminhar.

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Esta exposição’ Qui-est a nous?’, é o primeiro projecto pessoal da Catalina. Foi pensado como projecto final de curso, na qual tema e formato são de escolha livre.

O trabalho começou a partir dum conjunto de imagens de pessoas com narizes de palhaço

http://www.condpedro.com/

e em volta da frase CADA UM TEM UM PALHAÇO INTERIOR, sendo essa a parte de nós que brinca.

O trabalho foi realizado entre Dezembro de 2006 e Julho de 2007.

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Dois personagens fazem a história, o palhaço Rei e a Gata.

O rei é a parte de nós que está envelhecida e a gata, uma entidade mística que faz a passagem para o mundo do sonho.

O palhaço é velho e é a nossa alma, que às vezes sente que vai morrer.

A gata é uma energia positiva que vai para todo o lado e que quer ensinar o palhaço-rei a sonhar.

O palhaço-rei deixa-se levar pela gata mística e apesar de passar por momentos de muito medo, acaba por renascer.

Sendo essa de alguma forma a moral da história, acreditar que é possível renascer.

Acabada a exposição e Setembro, a Catalina volta para a Transilvânia para efectuar um mestrado em Grafismo.

texto feito a partir de conversa ao final da tarde com a Catalina na junta de freguesia de Vila de Conde, onde podem ver a exposição, até ao próximo domingo.

www.katavyentos.blogspot.com

o vestido vermelho da catalina .

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afrobeat no clube atlântico

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mandela on the dance floor

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a descida para a garrafa

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o geo e o sorriso amarelo em fundo marítimo

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desconhecido simpático e de cara forte

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o belo Sérgio sentado no bowling

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a bela e doce’Branquinha’

a exposição da isabel

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a flor da rock

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mafalda, a francesa

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a ana pereira pelo geo de souza

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o geo e o dalai lama

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gosto muito das pestanas da isabel lhano

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o chocolate da inês, que é subtil

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os segredos insondáveis do nelson

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